Artigo de opinião de Diogo Costa, investigador no Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humanos (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa.
“As mulheres representaram 83% das vítimas de homicídio cometidos por parceiros íntimos, e 75% das vítimas de homicídios cometidos por agressores domésticos, entre 2014 e 2022.
As mortes por violência doméstica, em Portugal, não são legalmente tratadas como formas extremas de violência de género. Mas deviam.”
Leia o artigo na íntegra aqui