"Até há pouco tempo, podíamos acreditar que a inteligência artificial era apenas uma ferramenta e o cérebro permanecia firmemente no papel de mestre. Mas e se forem apenas versões diferentes do mesmo mecanismo? O cérebro aprende por repetição, reforça conexões sinápticas a cada nova experiência".
Eis um caminho para a reflexão de Patrícia Oliveira Silva, Diretora do Human Neurobehavioral Laboratory e Vice-Diretora da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP).