O estudo qualitativo sustenta as conclusões de que crenças e preconceitos influenciam a forma como se decidem processos de abuso sexual intrafamiliar e valoriza perícias psicológicas nos casos de abuso sexual de crianças.
Por outro lado, Catarina Ribeiro refere que a comunicação entre o processo-crime e o processo de promoção e protecção da criança nem sempre acontece, mesmo quando está em causa um crime de abuso sexual intrafamiliar.